Guia
Guia da Central
O guia explica os termos. A tela não depende dele: cada termo também é explicado onde aparece.
- Roteiro Vivo
- O jeito como a Central mantém a viagem coerente enquanto ela muda. Mudou uma parada, a Central refaz a soma das noites e, se a viagem tem data de início, as datas de cada parada; avisa quando falta um deslocamento entre duas paradas seguidas e aponta a próxima decisão. E não apaga deslocamentos nem hospedagens sem você pedir: para tirar uma parada, você exclui antes o que está ligado a ela.
- Os quatro pilares
- Dinheiro, tempo, energia e experiência: as quatro perguntas que o método faz a cada decisão. Quanto custa, quanto da viagem consome, quanto exige de você, quanto importa.
- Bússola
- O painel da viagem mede cada pilar de 0 a 100. Quanto maior, mais folga: o orçamento livre contando o que já foi decidido, as horas acordadas fora do trânsito, a folga em relação ao ritmo e as noites em destinos de prioridade alta. Sem orçamento, ou sem noites na rota, o pilar fica sem nota.
- As seis etapas
- Escolher, conectar, enxugar, equilibrar, testar e fechar: a ordem em que o método sugere pensar a viagem. É um roteiro de raciocínio, não telas do produto.
- Experiência âncora
- Algo específico que a viagem não pode deixar de ter. Você anota as suas na viagem, e elas servem de critério quando for preciso cortar: o que não serve a nenhuma delas é candidato a sair.
- O que a cidade entrega
- O que aquela parada tem que nenhuma outra da rota tem. É o critério de corte: cidade que não entrega nada único custa noites sem devolver viagem.
- Prioridade
- Obrigatório, quero muito, se encaixar e cortável: o quanto cada destino importa para você. A lista de destinos conta quantos há em cada nível, e a bússola usa a prioridade para medir a experiência. Quando o tempo aperta, o cortável é o primeiro que você considera tirar.
- Ritmo
- Tranquilo, equilibrado ou intenso: como você gosta de se mover entre as cidades. O ritmo sugere quantas noites ficar em cada cidade nova, é a régua da intensidade e decide quando as trocas de hospedagem viram alerta.
- Portas da viagem
- A porta de entrada é a cidade onde a viagem começa, e a de saída é onde ela termina. São elas que decidem a passagem internacional.
- Rota aberta e rota fechada
- Rota aberta, ou open jaw, entra por uma cidade e sai por outra. Rota fechada entra e sai pela mesma. Nenhuma é melhor em todo caso: a fechada costuma pedir um trecho de volta, a aberta muda o preço da passagem.
- Tempo porta a porta
- O tempo do bilhete mais tudo o que vem antes e depois: o caminho até o terminal, a antecedência, o desembarque e o caminho até a hospedagem. O bilhete é o tempo nominal. A diferença entre os dois é o tempo útil perdido.
- Intensidade
- Uma nota de 0 a 100 para o desgaste da viagem, medida contra o seu ritmo: pesa as trocas de hospedagem e as horas em trânsito por noite, e vale a que apertar mais. 50 é o limite do ritmo, e 100 é o dobro. O nível vai de leve, moderado e intenso até extremo.
- Previsto, comprometido e realizado
- Previsto é o que você já decidiu e ainda não reservou. Comprometido é o que já reservou. Realizado é o que já pagou. O saldo do orçamento desconta só o comprometido e o realizado; o pilar dinheiro da bússola conta os três.